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mOVIMENTO de hUMOR

Desenhos originais com um hUMOR que ou fazem pensar ou fazem ranger os dentes.

«VIVA! MÁRIO CENTENO É GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL!»

Gomes, 21.07.20

MH JULHO 20-15.jpg

Esta será a saudação de bancos
privados arruinados de que se desconhece
o paradeiro do capital.

A crença de que apoiando a banca
se consegue uma economia mais robusta
para Portugal é um discurso demagógico.
Tal como é demagógico o discurso de Centeno
quando diz que ao apoiar o Novo Banco
estava a salvar postos de trabalho.

Ou o discurso recente que o governo
tem que ao comprar a TAP
salva os empregos de muita gente e salva uma marca nacional - como se as marcas nacionais feitas por pequenas e médias empresas pertencessem a um outro país.

Não é verdade!

Seja a "banca do povo"
Caixa Geral de Depósitos (que só faz sentido
se for para apoio aos mais necessitados - como pensou o economista e vencedor do Prémio Nobel Muhammad Yunus),
ou qualquer outro banco, os juros cobrados
e as dificuldades para apoiarem uma pequena
ou média empresa dificultam ainda mais
a economia portuguesa.

Por isso apoiar a banca não significa apoiar a economia - sobretudo quando essa banca é um "BALDE ROTO".

Por falar em "balde roto": o Novo Banco
pedia com uma mão o apoio
(maioritariamente dos cofres do Estado)
e o restante do Banco de Portugal (BdP)
e com a outra mão dava prémios chorudos
de gestão - o que prova que não era para salvar
postos de trabalho, mas apenas os ordenados,
com enorme discrepância entre gestores e um qualquer funcionário.

O BdP tem a função de supervisionar
os diversos bancos a operarem em Portugal.
Se não o fazem
(e por isso todas estas faltas de vergonha
dos diversos bancos) então o governador deve ser responsabilizado, só que não é
desde Vitor Constâncio (coincidência ser do PS).

Ouvido em comissão parlamentar
repetiu sempre 2 frases:
«Não tive conhecimento»; «Não me lembro»
e tudo cai no esquecimento.

A falta de uma política de boa gestão do BdP
vai continuar em falta pela enorme ambição e falta de estratégia financeira de Mário Centeno.

A sua enorme ambição foi cumprida e por que razão desejava tanto Centeno ser governador do BdP.

Façam as vossas contas.

Mantenham-se alerta e em segurança.

Gomes
21/07/2020

O EX- SUPER-MINISTRO DAS FINANÇAS NÃO SE ARREPENDE DE ATIRAR MUITOS MILHÕES PARA OS BANCOS

Gomes, 22.06.20

MH JUNHO 20-15.jpg

Se o Cristiano Ronaldo jogasse como o ex-ministro
das Finanças, Mário Centeno, geriu as finanças portuguesas
os portugueses fartavam-se de apupar Centeno.

Chamavam-lhe todos os nomes feios
por ordem alfabética!

Como se trata de finanças
(e a malta é má a matemática)
Mário Centeno é o maior.

No Movimento de Humor acreditamos, honestamente que Centeno é o maior, mas é o MAIOR TRAPALHÃO!

Por exemplo:

Em 2018 a Caixa Geral de Depósitos
recebe 900 Milhões de euros
e o Novo Banco recebe das mãos de Centeno
800 Milhões do erário público;
em 2020 recebe 850 Milhões do parco
(com a pandemia ficou pior)
erário público.

(Honestamente que acham deste discurso de Centeno?
https://www.tsf.pt/portugal/economia/venda-do-novo-banco-se-me-arrependi-de-alguma-coisa-nao-12324513.html)

Centeno salta sobre a regra
(e pode? Não, mas faz sem que hajam consequências)
de só aprovar a entrega dos 850 Milhões de euros
depois do relatório financeiro
e entrega uma verba mais alta do que o do ano de 2018 - mesmo com a falta de verba causada pela pandemia.

Há teatralidade por parte de António Costa que mostra indignação, mas o Novo Banco não devolve os 850 Milhões de euros.

Mesmo quando o relatório apresenta prejuízos em 92% face a 2019, os administradores recebem prémio de gestão e recebem os 850 Milhões que vão somar com outras quantias idênticas entregues em anos anteriores.
(https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/novo-banco-com-prejuizos-de-179-milhoes-em-tempo-de-pandemia-agrava-923-597868)

Tirando esta má gestão do erário público,
Centeno, ainda usou e abusou das cativações
(aquelas verbas que estavam nos Orçamentos de Estado, mas que não eram entregues ao destino escrito)
para ter o apoio da Esquerda e tinha.
Aliás, teve sempre apoio da Esquerda
para essas habilidades, mostrando,
a Esquerda, que ou não percebe nada de Matemática
ou fecha deliberadamente os olhos - cabe a si decidir.

Não satisfeito, Centeno,
ainda dizia que tinha baixado os impostos directos.
Porque os indirectos
(os impostos que não distinguem ricos de pobres)
subiram a ponto de este governo ter arrecadado
mais impostos do que os anteriores.

Mas nunca foi de admirar, pois este governo
é o governo que tem mais gente, maioria esmagadora incompetente, mas sempre pronta a tapar os olhos
aos eleitores.

Centeno, não é nabo
(como a sua ex-colega da Saúde,
do Ambiente, da Economia...),
mas pertence à categoria dos ESPERTOS TRAPALHÕES!

Por isto Centeno
deve ir para governador do Banco de Portugal
se a ideia for acabar com o resto das finanças portuguesas.

Alerta!

Gomes
18/06/2020

CENTENO É HERÓI OU VILÃO?

Gomes, 11.05.20

MH MAIO 2020-8.jpg

No governo anterior,
que não era de Passos Coelho e de Portas,
mas o mesmo que o que está em actuais funções
(apenas com muito mais gente
e mais gastos do erário público que falta fazem ao país)
o senhor ministro das finanças,
Mário Centeno, era o herói dos socialistas.

Graças aos grandes sacrifícios dos portugueses
foram ligeiramente amortizados os juros
de uma dívida que ninguém sabe como foi feita
(ou sabem e não querem tornar pública
por vir a desacreditar partidos e instituições
que necessitam de manter boa imagem),
mas que ofereceu a capa de herói a Centeno.

Desde que Victor Constâncio foi governador
do Banco de Portugal
(que as contas nunca mais bateram certo
e o dinheiro saía, e continua a sair, para bancos
em clara bancarrota).

Toda a gente entende que uma economia sólida
depende de bancos credíveis e por isso o apoio à banca,
mas não se iludam: com o argumento de protegerem
as instituições se protegem os malandros e os incompetentes.

O que esteve por trás de tudo isto?
Sabemos pouco ou nada.
Os jornais são enigmáticos
e os responsáveis silenciosos - por isso cabe-nos teorizar:

Talvez por que o banco do Estado
(Caixa geral de Depósitos) tenha andado
a vender dívidas aos bancos privados com a garantia
que quando necessitassem
os fundos públicos punham a mão por baixo.

Por isso se justifica Centeno
entregar 900 mil milhões de euros à CGD
e outros tantos a outros bancos?
Assim parece.

Talvez assim se explique o que Joe Berardo
andava a dizer que ele não tinha dívidas
nenhumas - talvez tenha sido testa-de-ferro
de uma dessas acções de "mão-protectora". Será assim?

Também parece.

A urgência
(parece que com a pressa Centeno se esqueceu
de avisar o coitado do primeiro ministro António Costa
- que já anda enganado desde o governo de José Sócrates)
com que o governo entregou 850 milhões
de euros do capital sacado aos contribuintes
com o objectivo de colocar 1037 milhões no Novo Banco
talvez prove que a coisa está mais complicada.

O certo é que se António Costa não tinha mesmo conhecimento deveria exigir ao Novo Banco a devolução destes 850 milhões e exigir
que sejam pagos os "empréstimos à banca"- como diz Costa.

A condenação de pessoas não implica
a condenação das instituições - lembramos
para denunciar os manhosos que gostam de fazer confundir.

Por falar nisto: Centeno também quer o lugar de governador do Banco de Portugal.

Então o ciclo fica aconchegadinho
para uns tantos ficarem acima das regras
que impõem aos portugueses.

Lá está o Comité Central comemora o 25 de Abril,
os outros...são só isso: "OS OUTROS".

Mantenham-se em segurança de COMITÉS CENTRAIS
e, já agora, do covid-19.

JG
11/05/2020